" Quase Ausência "



O quase do quanto ausentar à direita e à esquerda, a manutenção dos olhos em refúgio sagrado. Na portaria sobre imagens com bondade e sabedoria, de glória e de liberdade. Do saber por que o amor é tão igual, chama ardente, como fogo devorador as camadas. De dias não compreender o inabável nome inebriante que observa o reinar no tom maior pra seguir perto demais, tanto que prende acontecer. Coração atrelado as composições de labirintos, e do encontrar nas avenidas vozes do ainda juntar o céu e o mar.

Priscila Cáliga



10 comentários:

Canteiro Pessoal disse...

O quase do quanto ausentar à direita e à esquerda, a manutenção dos olhos em refúgio sagrado. Na portaria sobre imagens com bondade e sabedoria, de glória e de liberdade. Do saber por que o amor é tão igual, chama ardente, como fogo devorador as camadas. De dias não compreender o inabável nome inebriante que observa o reinar no tom maior pra seguir perto demais, tanto que prende acontecer. Coração atrelado as composições de labirintos, e do encontrar nas avenidas vozes do ainda juntar o céu e o mar.

Priscila Cáliga

Ps.: Amei a imagem!

Lilazdavioleta disse...

É , normalmente , no quase , que uma obra se revela .
A foto está magnífica .Exactamente por esse " quase " .
O texto seguindo a mesma linha , e com muito nas entrelinhas .

Gosto muito do conjunto .

Beijos para os dois .
Maria

tonhOliveira disse...



Por um TRIZ...

Dalva disse...

Esta foi mesmo quase...
.
.
.
Bjs.

Wania disse...

Nelson


Incompleta silhueta.
À meia-luz,
presença concreta.



Linda foto, "casou" bonito com a poesia da Priscila.
Parabéns aos dois!

Bj

Lara Amaral disse...

Gostei dos contornos na foto. E bela composição da Priscila.

Beijos!

Canteiro Pessoal disse...

Azuos, que surpresa adentrar no teu espaço novamente, pois vim depositar a resposta que deixei no jardim a respeito do que grafou em primícia, e contemplar o que comentei em forma de post no PHOTOPOESIA. Obrigada, sem palavras!

Enfim...

o que lá deixei no jardim!

Foto vestida do descortinar, e bela arte das desdobras à porta da conjugação.

Abraços

Priscila Cáliga

Sr do Vale disse...

Lembrei-me de um documentário sobre Brecheret, que depois de dominar completamente a arte da escultura, no final apenas olhava para a pedra e fazia um risco.

Rafael disse...

Gostei da parceria, ficou bem bonita a foto assim, escura...
Abraço

Zélia Guardiano disse...

Show!
Tudo muito lindo.
Adorei!
Virei sempre.
Abraço